TV Mundo Maior Tarô na visão espírita - Visão Espírita - TV Mundo Maior

Tarô na visão espírita – Visão Espírita

Tarô na visão espírita – Visão Espírita


Programas:
Boletim Espírita
Data: 10/07/2018
Temas: Programas

O Tarô é um jogo de cartas utilizado por cartomantes e tarólogos para orientar as pessoas sobre suas dúvidas do presente, passado e futuro. Mas existe alguma relação entre tarô e espiritismo?Em uma sessão de tarô, é possível que tenham espíritos auxiliando durante a leitura das cartas? Cartomantes também podem ser considerados médiuns? Devemos buscar saber sobre o futuro? Pode existir alguma consequência? Saiba mais sobre esse assunto com o estudioso espírita André Marouço, aqui no Boletim Espírita.

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Estudo do Evangelho: Fora da caridade não há salvação?

Como ser caridoso num mundo de provas e expiações, de acordo com o Evangelho? 

Estudo do Evangelho: Fora da caridade não há salvação?A caridade, para o Evangelho, não é somente o ato da esmola, ou mesmo de “dar coisas” aos outros. Quando estudamos a doutrina, o tema vai além da abnegação material. O sentimento mais presente está associado a solidariedade ou ao humanitarismo.

O livro Evangelho Segundo Espiritismo diz que a verdadeira caridade pode ser feita independente da sua condição social. Desta forma, todos nós podemos dar algo a alguém. Quando nos colocamos no lugar do outro, percebemos que as pessoas precisam de nós, e nós delas.

A caridade moral acontece quando nós demonstramos amor ao próximo de tal maneira que ocorre até sacrifícios de nossa parte. Assim, adquirimos valores que, muitas vezes, não são propagados pela sociedade, como a paciência e a tolerância.

Reflitamos: quer amor mais abnegado do que doar algumas horas do seu dia para acalentar um coração desesperado com palavras de amor? Devemos saber que o mais beneficiado pelas boas atitudes somos nós mesmos. Sentimos o mais sublime sentimento: o alívio das dores dos nossos irmãos em Deus e das nossas.

O escritor Victor Hugo nos dá lições sobre a caridade

Temos muitos exemplos de caridade nesta encarnação na qual podemos admirar. Por exemplo, o escritor espírita francês, Victor Hugo (1802-1885), que era também um brilhante historiador, gostava de tecer suas histórias não apenas para literatos da aristocracia, mas sim para todos os públicos. Inclusive, os mais humildes.

Segundo ele, sua literatura tinha como objetivo não só trazer informações sobre assuntos complexos de forma simples, mas também o de aliviar aos infelizes. Uma grande obra, conhecida pela sua sensibilidade e por seus personagens que obtiveram redenção após grandes provas e expiações foi “Os Miseráveis”, de 1862.

Victor Hugo seguiu aquilo que o livro Evangelho Segundo Espiritismo nos ensina, ou seja, produziu da sua inteligência obras que confortam corações até os dias de hoje. “Poetas, literatos, que sois lidos apenas pela gente de sociedade, satisfazei os vossos sonhos, mas que o produto de algumas das vossas obras seja consagrado ao alívio dos infelizes”, diz o Evangelho.

Conselhos do Evangelho e de Divaldo Franco

A caridade deve ser feita também conosco. O médium Divaldo Franco disse, certa feita: “A caridade também tem que ser aplicada a nós mesmos”. Ele se referia a reforma íntima – capacidade de renovar-se para melhor.

Em síntese, ao sermos convidados a olharmos para o espelho de nossas almas, podemos drenar todas as impurezas que adquirimos nas encarnações anteriores e seguir em frente rumo a pureza espiritual. Fora da caridade não há salvação.

“Vossos tesouros terrenos são menores, mas os do Céu serão mais abundantes; colhereis cem vezes o que semeares em benefícios aqui na Terra”, finaliza o Evangelho.

Fontes: Evangelho Segundo Espiritismo e Divaldo Franco.

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