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Revista Espírita – Mundo Maior Repórter

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Mundo Maior Repórter
Data: 03/05/2018
Temas: Programas

Revista Espírita – Mundo Maior Repórter

O Mundo Maior Repórter deste mês fala sobre uma das obras mais importantes para o estudo do espiritismo: a Revista Espírita. Entenda o que foi esse periódico lançado por Allan Kardec ainda no século XVII e qual a importância dela para a consolidação da Doutrina Espírita.

Quais foram as informações coletadas por Kardec nas publicações que ele participou? A sociedade da época aceitou bem os fenômenos espíritas? Com a participação do apresentador e locutor da Rádio Boa Nova, Luiz Armando e dos escritores e pesquisadores da doutrina espírita: Cosme Massi, Paulo Henrique de Figueiredo e Adriano Calsone.

Parte 1

Parte 2

Parte 3

Saiba também:

Camille Flammarion e Allan Kardec: Uma vida em prol a Doutrina Espírita

Camille Flammarion: Astrônomo célebre, sábio e filósofo e o investigador francês é, também, famoso e respeitado autor espírita.

Presidente da “Societé Astronomique de France”  encarnado em Montigny-le-Roi, Haute-Marne, França, num sábado, à uma hora do dia 26 de fevereiro de 1842; e, como ele mesmo diria mais tarde, “estava muito impaciente para chegar à Terra, e não esperou os 9 meses; nasceu aos 7 meses.”

Era descendente de modesta família de lavradores. Aos 4 anos sabia ler.

Na Escola Comunal foi o primeiro da classe, conquistando, nos primeiros cursos, uma Cruz de Honra, que guardava como recordação de seu primeiro mestre, o Senhor Crapelet.

Sua desencarnação ocorreu, aos 83 anos, em Juvisy-sur-Orge, França, tendo sido “inhumé dans son jardin”, no vasto Parque do Observatório, de Juvisy, no dia 4 de junho de 1925. “

Desde muito jovem se deu a conhecer no mundo das letras com a notável obra “La Pluralité des Mondes Habités”, que escreveu aos 19 anos de idade.

Ele morou em Paris, no piso mais alto de uma casa que forma a esquina da rua Cassini com a avenida do Observatório, a que se ligou muito, pois foi aí que sofreu as amargas vicissitudes da luta pela própria existência.

Nesta casa ele escreveu a maioria das obras que lhe deram fama; onde também, depois de casar-se, morou com a sua fiel companheira, esclarecida confidente de todos os seus trabalhos, e sua preciosa secretária.

Em 1883, Flammarion fundou o Observatório Juvisy, que dirigiu durante toda a sua vida. Foi presidente da “Societé Astronomique de France” e professor do Príncipe Imperial. Em 1923 presidiu a “Society for Psychical Research”.

Fez experiências, entre outras, com as médiuns Madame Girardin (na casa de Victor Hugo, em Jersey), Mademoiselle Huet e Eusápia Paladino.

O “Anuário Espírita do Brasil” (1931, 1ª ed.) destaca que “o sábio das constelações siderais, com a sabedoria de mestre, provou ao mundo que os domínios da Astronomia não iam somente ao conhecimento dos corpos celestes”.

O Imperador Pedro II, amante das ciências, foi visitar o astrônomo em seu retiro e plantou, com as suas próprias mãos, no parque, para perpetuar a memória de sua passagem, um pequeno cedro do Líbano.

Onde Flammarion, gravou em uma prancha de cobre, os detalhes desse acontecimento.

Rendendo homenagem a Allan Kardec, o Codificador do Espiritismo, que desencarnou, repentinamente, dia 31 de março de 1869.

Flammarion, a convite da Direção da Sociedade Espírita de Paris, consigna, no seu discurso, para a posteridade que “Ele era o que eu denominarei o bom senso encarnado”. 

Publicado, posteriormente, sob o título “Discours prononcé sur la tombe d´Allan Kardec“, por Didier et Cie. Paris, 1869, Imp. P. A. Bourdier, 24 pp.; reeditado pela “Librairie Spirite”, com o título “Le Spiritisme et la Science”, Paris, 1869, “in” 8º., 24 pp., e incluída, por Pierre-Gaëtan Leymarie, em “Oeuvres Posthumes d´Allan Kardec” (Obras Póstumas) (RE – 1869 – Maio; OP, Discurso pronunciado junto ao túmulo de Allan Kardec).

(Fonte: FebNet)

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