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Relatos sobre “O Céu e o Inferno” – Manhã Boa Nova

Relatos sobre “O Céu e o Inferno” – Manhã Boa Nova


Apresentadores:
Vanessa Cavalcanti
Data: 13/09/2018
Temas: Programas

Participações de Fabio Dionisi e Daisy Mansano em nossos estúdios analisando os relatos dos espíritos suicidas que constam na obra “O Céu e o Inferno”, de Allan Kardec, falando sobre a importância de vibrarmos pelos suicidas, entre outros temas. Neste especial Espiritismo Vibrando pela Prevenção do Suicídio tivemos uma prece de harmonização espiritual, a mensagem da Deusa Samu pela valorização da vida e muito mais! Apresentação: Vanessa Cavalcanti.

Leitura complementar

Memória literária: 150 anos do livro ‘Céu e o Inferno’

Em agosto, comemoramos 150 anos do livro “O Céu e Inferno”, do pedagogo francês conhecido pelo pseudônimo de Allan Kardec. Vamos relembrar a trajetória da doutrina espírita retratada na obra.

É uma doutrina estabelecida mediante a fusão da ciência, filosofia e religião. Ela busca a melhor compreensão não apenas do universo tangível (científico), mas também do universo transcendente (religião). É baseada em cinco obras básicas, escritas por ele, denominados espíritos.

A codificação espírita está presente em: “O Livro dos Espíritos”, “O Livro dos Médiuns”, “O Evangelho segundo o Espiritismo”, “O Céu e o Inferno” e “A Gênese”. Somam-se à codificação as chamadas obras “complementares”, como “O Que é o Espiritismo”, “Revista Espírita” e “Obras Póstumas”. O termo espiritismo foi cunhado por Kardec, em 1857. Para definir especificamente o corpo de ideias por ele reunidas e codificadas em “O Livro dos Espíritos”.

Todas essas obras tem o seu valor, uma complementa a outra, não podemos definir qual é a mais importante. Isto porque devemos estar em constante estudo com todos esses livros.

“O Céu e o Inferno” tem como seu principal escopo explicar a justiça de Deus à luz da doutrina espírita. Objetiva demonstrar a imortalidade do espírito e a condição que ele usufrui no mundo espiritual, como conseqüência de seus próprios atos.

A obra se divide-se em duas partes: a primeira, estabelece um exame comparado das doutrinas religiosas sobre a vida após a morte. Em síntese, apresenta, também, a explicação espírita contrária à doutrina das penas eternas. A segunda parte, resultante de um trabalho prático, reúne exemplos acerca da situação da alma durante e após a desencarnação.

São depoimentos de criminosos arrependidos, de espíritos endurecidos, de espíritos felizes, medianos, suicidas e em expiação terrestre. Em síntese, no final da obra há um índice analítico dos assuntos, reunindo em ordem alfabética, todos os verbetes que podem interessar aos estudiosos.

Allan Kardec, quando redigiu seus livros, escreveu para todos, com uma linguagem simples e as idéias sempre atuais. Kardec deixa claro quando diz: “Se tudo aquilo que foi escrito na codificação não estiver de acordo com a ciência que fiquemos com a ciência.” Mas mesmo depois de 150 anos isso não aconteceu. Assim, muito pelo contrário, a ciência vem comprovando o que o espiritismo já esclareceu a muitos anos atrás. Com isso, devemos ter orgulho dessa doutrina e procurar estar sempre estudando ela.

Texto publicado em 1 de agosto de 2017. 

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