Mistérios

Casas mal assombradas, abduções, possessões e experiências de quase morte. O que a ciência, a filosofia e a religião dizem a respeito dessas questões ditas “sobrenaturais”. O programa se utiliza de uma abordagem científica defendida de um  lado por um parapsicólogo um tanto cartesiano e de outro por  um estudioso espiritualista.  São ainda apresentados em cada episódio a dramatização de histórias de dar “frio na espinha”. Confira, ou tem medo de descobrir a verdade?

Campos de concentração e crimes em locais assombrados – Mistérios

Campos de concentração e crimes em locais assombrados. Um ambiente famoso por crimes, mortes e tortura, pode ficar assombrado? A energia desses lugares atraem outros espíritos? A influência espiritual pode agravar doenças mentais? Confira agora no programa Mistérios!

Parte 1

 

Parte 2

Leitura complementar

“Violência é uma doença da alma,” diz Divaldo Franco

De acordo com a doutrina espírita, os espíritos vão evoluindo até chegar na maior escala evolutiva.

Mas para que isso aconteça ele passa por diversas provas, para ir aperfeiçoando as suas imperfeições e defeitos.

Existem seres humanos que ainda tem como verdade que o egoísmo e prejudicar os outros para se sentir bem é o certo de se realizar. Por conta disso, existem tantos acontecimentos no planeta terrestre

A alma é simples e cabe a nós ir transformando ela, para termos o mérito de ter vencido as dificuldades.

Divaldo Franco também nos explica que esses espíritos (maus) primitivos ainda estão psiquicamente nas fases primárias da tribo, da barbárie, sem a menor noção de sensibilidade…

Do ponto de vista antropológico, nós somos instinto, até quando surgiu a primeira manifestação do sentimento, que foi o medo. A partir daí, surgem as demais emoções. Mas isso foi há cem mil anos.

Assim, não obstante, ainda existem pessoas patologicamente perturbadas, que ainda se encontram na fase de tormento, inquietação, e se comprazem em afligir os outros.

Nosso dever

Nosso dever é vibramos pelas pessoas que ainda tem esse ódio e sede de vingança em seus corações e nunca desejar o mal para eles, porque ao realizar isso sintonizamos na mesma vibração que esses espíritos. Acabando nos prejudicando e influenciando outras pessoas a cometerem tais atos de violência.

Divaldo Franco deixa ainda um recado para as pessoas que perderam  um ente querido: “Uma dor para a qual não há consolo. Poderíamos dizer a respeito da esperança, a esperança na imortalidade, quando então nos encontraremos depois da indumentária física. Não obstante, somos criaturas humanas, e o sentimento de amor, nesse momento, é dilacerado.

Recordo que a Organização Mundial da Saúde (OMS) estabeleceu que a violência é uma doença da alma e deve ser tratada na alma, tanto do ponto de vista espiritual quanto de natureza psíquica. E para essa violência urbana, que se transformou em uma guerra não declarada, a única solução é a educação.

Todas as religiões afirmam que a alma é imortal e que voltaremos a nos encontrar. Há variações teológicas, pontos de vista, mas que não suprimem a unidade básica, a imortalidade da alma.”

Texto publicado em 10 de setembro de 2018. 

Apresentador:

Norberto Gaviolle
Tecnólogo em projetos mecânicos e Administrador de Empresas. Palestrante, facilitador e pesquisador Espírita, atuou na FEESP e USE. Fundador participante do Grupo Semear.

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