Prece do dia – Por um mundo melhor

Se você deseja melhorar o mundo, melhor lugar não encontrará, para participar do que o seu próprio lar.

Meu amigo se a dor lhe bate à porta, lembre-se dos benefícios de que é portadora e não desfaleça.

A bondade Divina não articula acontecimentos para o mal.

A ferida que dilacera ou o desgosto que perturba, temporariamente costuma encerrar em calcular os recursos de elevação.

Tenha paciência, não esmoreça no bem.

Se a desorientação lhe entrava os passos, use a prece.

A oração realiza milagre, se possível reúna aqueles que você ama, dentro da mesma vibração de confiança no culto do Pai Celestial.

Se estás doente, desalentado, peça a benção do senhor, para o copo de água fria que lhe atende a sede.

Porque na fonte Divina, flui substâncias de paz e restauração para quantos lhe pedem socorro ao Sublime poder.

Se você permanece em desespero, não permita que a tua desventura domine gestos de suprema revolta.

Espere mais tempo antes de qualquer resolução inapelável e injusta.

Amanhã o dia renascerá transformado, as circunstâncias se modificam de minuto a minuto e os reveses de agora serão alegrias no porvir.

Teça com serenidade, e a tua aureola de ventura porvindoura, e aproveitando os ensinamentos que o dor lhe trouxe ao coração.
Não tema as dificuldades e prossiga com Jesus para frente, busque a presença do divino amigo em seus pensamentos e na própria luta encontrará infinito os motivos de reconforto e beleza, bom ânimo e paz.

Inicie o abençoado o serviço da oração hoje mesmo.

E amanhã provavelmente você começara a rejubilar-se na colheita de luz.

Meu Deus, deponho aos teus pés
Meu vestido de noivado,
Meus prazeres do passado
E as rosas do meu jardim,
Pois agora, Pai querido,
Somente vibra, em meu peito
Teu amor Santo e perfeito,
Teu amor puro e sem fim.

Ah! Meu Pai, guarda contigo
Meu cofre arminho e ouro,
Onde eu guardava o tesouro
Que me deste ao coração.

Entrego-te as minhas horas,
Meus sonhos e meus castelos,
Meus anseios mais singelos,
Minhas capas de ilusão!

Pai dos Céus, guarda coroa
Das flores da laranjeira.
Que eu tecia a vida inteira.
Como pássaro a cantar!

Oh, meu Senhor, como é doce

Partir os grilhões do mundo.
E esperar-te o amor profundo.
Nas bênçãos do Eterno Lar.
Em troca, meu pai, concede,
Agora que me levanto.
Que a lã do cordeiro santo
Me agasalhe coração!

Que eu calce a sandália pobre
Para a grande caminhada,
Que me conduz à morada
Da paz e da redenção!

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