Resignação é o consentimento do coração – Espiritismo sem Mistério

Resignação é negar a própria vontade? Muitas pessoas desconhecem ou não acreditam que a Terra é um planeta de provas e expiações. Vivemos aqui para evoluirmos diante de tantos erros cometidos no passado e estamos sempre sendo chamados a aprender com as dificuldades que surgem em nossa existência. Mas a resignação seria abrir mão do destino? Esse pensamento não seria contrário ao livre-arbítrio? Qual a diferença entre passividade e resignação? Saiba mais sobre esse tema aqui no Espiritismo sem Mistério.

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Espiritualidade na prática: como proceder?

Você sabe como praticar a espiritualidade no dia a dia?

A sensação de que há algo maior do que o mundo concreto em que vivemos é um sentimento que chega a todos nós em alguma fase da vida.

Quer este sentimento seja inspirado por um mistério da ciência, a vista inspiradora de um majestoso cume da montanha, ou a energia experimentada na conexão com os outros, esses momentos podem ser gatilhos para a experimentar a espiritualidade na prática.

Porque muitas vezes, as pessoas acreditam que a espiritualidade só pode ser feita quando estamos em centros espíritas. Neste local, todos se abraçam e compartilham momentos fraternos. Porém, quando saem destes lugares, não conseguem manter esse padrão.

Preste atenção às necessidades alheias

Para aplicar a espiritualidade no dia a dia, é necessário compreender que a doutrina espírita é uma fé raciocinada, onde você aprende a vivenciar os fatos da encarnação com amor ao próximo. Vemos muitas situações onde as pessoas não possuem compaixão consigo mesmos e o próximo.

A falta de espiritualidade traz como consequência o egoísmo que presenciamos todos os dias em diversos lugares por onde passamos. Um exemplo disto é a falta de solidariedade de algumas pessoas nos transportes públicos.

Imagine que você precisa descer de um ônibus lotado. A porta do meio se encontra na sua frente, porém, uma mulher está sentada nos degraus, impedindo sua passagem. Desta forma, você pede para que ela possa ir um pouco para o lado.

Prontamente, a moça cede o espaço e você está livre para descer. No entanto, o motorista não ouve seu apelo para abrir a porta especial. Seu ponto está passando e ninguém, absolutamente ninguém, se prontifica a falar com o condutor do transporte.

Desesperada, você perde a paciência e grita: “abre a porta do meio, por favor, motorista?” Finalmente, abrem-se as “portas da esperança”. Todos olham para você espantados. Mas como poderia ser diferente? Os seus pensamentos vão longe e raciocinam a seguinte mensagem: “Ninguém mais presta atenção às necessidades alheias!”

Dicas para aplicar a espiritualidade num mundo de provas e expiações

Qual é o seu legado?

Primeiramente, pense consigo mesmo o que as pessoas vão lembrar de você em sua ausência. Esta é uma das reflexões a se fazer diariamente. Então, pergunte-se: como você quer ser lembrado? Desta forma, faça o seu melhor para ter um legado bom para a sua alma.

Pergunte-se: você é grato?

Porque existe só o conceito de pedir, mas não de agradecer. Com isso, lembre-se, querido leitor, você está vivo e tem a oportunidade de aprender todos os dias a ser uma pessoa melhor.

Somos rodeados por espíritos

Porque somos rodeados por espíritos, essas energias são ampliadas ou regredidas de acordo com as nossas atitudes. Vivemos um grande “big-brother espiritual”. Porque dessa forma, que sempre possamos levar a nossa consciência para lugares mais elevados. Como? Em síntese, tratando bem a todos que cruzam o nosso caminho.

Seja leve

“Aprendi a deixar os dias mais simples, mais leves… Comecei a acreditar que ser feliz é descomplicar a vida, pelo lado de dentro”, disse o médium Chico Xavier. Assim, quando alguém tomar uma atitude impensada, veja pelo lado mais leve, perceba que todos somos falhos e merecem compaixão. “Quando alguém te disser que te magoou sem intenção, acredite nela! Vai te fazer bem”, sentenciou Chico, mais uma vez.

 

Que possamos praticar mais caridade, compaixão com o próximo, manter o equilíbrio, cuidar das energias para transmitir o há de melhor no plano espiritual e físico e, finalmente, orar e vigiar.

Fonte: Espiritualidade na prática – Allegrum Vivi.

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