Como tratar todas as pessoas com isonomia? – Se Liga, Manolo!

A doutrina espírita nos esclarece que, para cada indivíduo, será dado segundo suas obras. Manolo Quesada nos convida a agir no dia a dia de forma igualitária com todas as pessoas, assim como o mestre Jesus agia. Assim, utilizaremos a isonomia, que é a nossa capacidade de nos relacionar com as pessoas os tratando como iguais. Acompanhe o programa para conhecer esse conceito tão propagado por Jesus Cristo e o espiritismo.

Texto relacionado: Igualdade, liberdade e fraternidade para todas as criaturas!

Há alguns dias, uma decisão histórica do parlamento francês reafirmou as esperanças em um mundo onde todas as criaturas viverão em harmonia. O status jurídico dos animais foi modificado na constituição, reconhecendo-os como seres sencientes e não mais como propriedade. Como não relacionar esse avanço moral com toda a coerência histórica da França?

Em meados do século XVII tivemos o Iluminismo – época da valorização dos indivíduos. Em seguida, a Revolução Francesa, trazendo como lema “igualdade, liberdade e fraternidade”. E, claro, tivemos a codificação do Espiritismo por Allan Kardec.

Uma das tantas verdades inconvenientes, é que os animais sentem dor e medo. Um manifesto assinado por vários neurocientistas do mundo todo em 2012 afirma a existência da consciência em todos os mamíferos, aves e várias outras criaturas, como o polvo.

Até quando vamos ignorar o sofrimento dessas crianças espirituais? Lembremos do capítulo XVIII do Evangelho Segundo o Espiritismo, que diz “a quem muito foi dado, muito será pedido”. Não dá mais para dizer que não sabíamos.

Do livro Parábolas e Ensino de Jesus, 1ª Edição, Ano de 1928, Cairbar Schutel nos traz um grande ensinamento: “Ai dos indiferentes, dos acomodatícios, dos covardes, dos servis, que em proveito próprio aplaudem a injustiça! […]

O indiferente é um anormal: tem cérebro e não pensa; tem coração e não sente. O resignado não aparenta sofrimento, porque conhece a Lei de Deus e a ela se submete com humildade.”

Texto publicado anteriormente em 23 de fevereiro de 2015. 

 

 

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