O que temos a oferecer às nossas crianças?

Oficina da Mente

São muitos os desafios para se educar os filhos nos dias de hoje. As crianças já nascem mais evoluídas. São mais sensíveis e extremamente inteligentes. E a tecnologia contribui para que isto se torne mais evidente. Antigamente as crianças nasciam e demoravam uma semana para abrirem os olhos e hoje elas já nascem conectadas com o mundo com a ajuda da internet. Como educar os filhos em meio a tanta evolução? Como os centros espíritas podem se preparar para receberem as crianças na evangelização? O que as crianças especiais, com autismo, por exemplo, têm a nos ensinar? O que temos a oferecer às nossas crianças? Confira agora no Oficina da Mente.

Leitura complementar

Qual o dever da sociedade com as crianças?

As crianças representam símbolos expressivos na história da humanidade. A estabilidade política e a esperança de nações foram depositadas sob a infância de muitos. Herdeiros de grandes impérios, ou a seguridade da continuação de um povo e sua cultura.

Algumas são lembradas e seus nomes perpetuam, porém outras se tornam apenas a massa; número de trabalho e força. Por séculos a infância foi violada; crianças tiveram que ir para guerras, trabalho pesado e até mesmo foram moedas de troca sendo sexualizadas.

Hoje, com uma disparidade na divisão de riquezas, há uma disputa pela equidade, na qual muitas crianças e adolescentes perdem para o materialismo selvagem e a manutenção de políticas que ferem as novas gerações sucateando direitos básicos, como a educação.

Quando Jesus disse “Deixem que venham a mim as criancinhas”, ele fazia um apelo para que os inocentes e imaturos, em relação as inteligências moral e intelectual, se chegassem até o caminho do bem. Além disso, a infância representa esse período para o espírito, aprendizagem e cuidado.

Transição planetária

Na fase de transição de nível planetário, podemos perceber uma geração que nos traz a esperança de um mundo melhor. Conhecimentos avançados, novas tecnologias, aperfeiçoamento das ciências e pensamentos pelo coletivo.

A renovação dos espíritos na Terra é um fator de tempo e é dever de todos zelar por cada novo encarnado e lutar por políticas públicas efetivas para crianças e adolescentes.

Segundo o Artigo 227, da constituição de 1988, “É dever da família, da sociedade e do Estado assegurar à criança, ao adolescente e ao jovem, com absoluta prioridade, o direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária, além de colocá-los a salvo de toda forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão.”

Portanto, cabe a todos dentro da sociedade assegurar os direitos e conduzir as crianças ao futuro. Além disso, a regeneração da Terra será construída por estes que encarnam todos os dias com uma papel grandioso.

Por isso, não são mais esses os inocentes que devem ir a Jesus. A partir de agora as crianças são mensageiros de Jesus para ensinar seus ensinamentos e contribuir para a evolução de nosso planeta.

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