Parábola dos talentos

Abrindo a Bíblia

Tudo aquilo que nos é dado gratuitamente por Deus é de fundamental importância e deve ser cultivado. A bondade, o amor, a solidariedade e fraternidade deverão ser divididos e multiplicados para ser útil ao próximo. Mas e para quem não tem esses talentos como a mediunidade por exemplo? Como podemos praticar a caridade? O que ocorre com quem não valoriza os seus talentos? Descubra agora no Abrindo a Bíblia.

Parte 1

Parte 2

Leitura complementar

Evangelho Segundo o Espiritismo: Parábola dos Talentos

No Evangelho Segundo o Espiritismo encontramos, no capítulo seis, a Parábola dos Talentos. Ela foi contada por Jesus Cristo para mostrar que os dons dados por Deus devem ser aproveitados e não desperdiçados.

Os verdadeiros seguidores do mestre Jesus devem utilizar-se das habilidades que o Senhor lhes deu para fazer boas obras neste mundo de provas e expiações.

Para elucidar esta questão, Jesus contou uma parábola – pequena história explicando verdades complexas – para mostrar ao povo como usar nossos talentos.

Nesta história, um homem de posses (que representava Jesus) distribuiu talentos (ouro) para os seus servidores. Cristo esperava que eles aproveitassem seus talentos para realizar grandes obras.

A Parábola dos Talentos

Um homem entregou seus bens para três de seus servidores antes de partir em viagem. Foram dados cinco talentos a cada um. Este talento consistia em preciosidades para quem os recebesse. Para o primeiro servidor, ele deu cinco talentos. Ao segundo servo, ele ofereceu dois talentos e ao terceiro, um.

O homem distribuiu o montante de acordo com a capacidade de cada pessoa (Mateus 25:14-15). Passado um tempo, os dois primeiros servidores investiram os seus talentos em locais onde eles acabaram dobrando seus valores. Já o terceiro servidor cavou um buraco no chão e enterrou o seu na terra.

Após algum tempo, o homem chamou os seus servidores para saber o que eles tinham feito com seus talentos. O primeiro e o segundo mostraram como tinham duplicado o que receberam e, assim, foram recompensados pelo homem da mesma forma (Mateus 25:19-21). O terceiro servidor, então, tirou seu talento guardado na terra e o devolveu ao homem.

Como multiplicar os talentos?

Como ele não tinha duplicado seus talentos, se desculpou dizendo que temia a severidade de seu senhor (Mateus 25:24-25). Por sua vez, o homem ficou decepcionado com este servo, pois ele desperdiçou seus talentos por conta do seu medo infundado. Além disso, o temor não deveria paralisá-lo e, sim, motivá-lo a seguir em frente para duplicar os seus talentos.

Por ter perdido uma grande oportunidade o homem decretou retirar o talento dele e dar ao primeiro servo. O fim do servidor que não aproveitou os bens divinos foi o de ser lançado nas trevas (Mateus 25:28-30).

Aproveitemos os talentos que Deus nos ofereceu para que possamos aprimorá-los e multiplica-los da melhor forma possível. O espiritismo ensina que diante dos desafios é preciso ter coragem e persistência, pois os dons não aproveitados podem nos causar inúmeras aflições futuras, nesta vida ou nas próximas.

Texto publicado na RBN em 1 de maio de 2018. 

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