Reino de Deus

Evangelho e Espiritismo em sua mais simples expressão

É um versículo bastante significativo. Havia uma expectativa do retorno da vinda dos profetas e isto transparece no diálogo de Jesus com seus discípulos. A palavra ressurreição tem várias conotações. Uma delas é de vida infinita. Ninguém pode ver o Reino de Deus se não nascer de novo. Qual a diferença entre reencarnação e ressurreição? Por que as pessoas confundiam João Batista com Elias e Jeremias? Descubra agora no Evangelho e Espiritismo em sua mais simples expressão.

Parte 1

 

Parte 2

Leitura complementar

Existe reencarnação compulsória?

No programa Livre Pensamento, com Paulo Henrique Figueiredo e Claudio Palermo, os apresentadores falaram sobre a possibilidade de existir a reencarnação compulsória.

Eles esclarecem que o codificador da doutrina espírita, Allan Kardec, em nenhum momento usou esse termo em seus pentateucos. Em seu grande acervo de estudos, Kardec esclareceu que a reencarnação acontece como se fosse instinto natural.

Então, a reencarnação compulsória acontece quando afligimos as leis divinas e ainda não conquistamos nosso livre-arbítrio. Desta forma, Deus, em sua infinita sabedoria, faz com que nós reencarnamos para passar por nossas provas e expiações e assim evoluir.

Mas, de modo nenhum, podemos considerar isto como um castigo, porque apenas passamos por situações que ainda não termos conquistado a nosso livre arbítrio.

Deus não comanda nossas escolhas e impondo decisões; a reencarnação compulsória, desta forma, não existe.

Como lidar?

A reencarnação é como respirar, você faz sem perceber; apenas por instinto. Porém, a partir do momento que você tem plena consciência das suas ações, conquista o livre arbítrio.

Assim, conseguimos analisar tudo a nossa volta e o que devemos ou não fazer quando encarnados. Na medida em que você desenvolve sua razão e senso moral, amplia seu livre-arbítrio.

Então, a liberdade vem da vontade de adquirir conhecimentos e virtudes. Assim, agimos sem constrangimentos por conta das limitações.

Numa analogia mais cotidiana, o prisioneiro se move apenas no espaço de sua cela. Por exemplo: a morte é inevitável para todos os mortais, assim como a necessidade de se alimentar.

Allan Kardec complementa: “Deus nos deu pela fatalidade mesma da reencarnação, os meios de adquirir incessantemente, renovando as provas nas quais fracassamos.”

O erro é um instrumento do acerto. Cada prova em dupla finalidade, sendo sempre uma oportunidade para subir mais um passo de um lado e superar imperfeições de outro.

Texto publicado em 27 de setembro de 2018.

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