Espiritismo e o Suicídio Assistido

Nas últimas semanas o termo suicídio assistido foi utilizado em matérias e notícias que abordaram a criação tecnológica de uma capsula impressa em 3D para esta finalidade. O fato ocorreu na Suíça e teve aprovação do conselho de medicina para uso.

O Suicídio Assistido é uma pratica legal na Suiça para pessoas com doenças terminais e quadros irreversíveis e é amparada por médicos. Além da Suiça, Holanda, Alemanha, Bélgica, Luxemburgo, Espanha, Canadá, parte dos Estados Unidos também permitem o suicídio assistido.

Mas o que é o Suicídio Assistido? O termo é designado para pacientes que estão em estado terminal ou com doenças incuráveis e que desejam a morte como interferência ao sofrimento. Para isso, os pacientes que optam por esse caminho recebem a ajuda no processo de suicídio, normalmente médica e por meio de medicamentos letais.

Um fator relevante para compreender esse termo é que para considerar suicídio é preciso que seja o paciente a executar o último passo, ou seja, ele deve tomar ou aplicar os medicamentos que o levarão à morte. Essa situação fica clara quando compreendemos o uso dessa cápsula em 3D. A pessoa recebe a aprovação médica para o uso, porém ela entra sozinha na máquina e aperta o botão interno que libera nitrogênio e então rapidamente o oxigênio acaba.

O que diz o espiritismo?

Allan Kardec, muito sábio e questionador, perguntou aos espíritos o que se entendia a respeito do suicídio. Confira a seguir algumas das respostas aos questionamentos de Kardec, presentes na obra O Livro dos Espíritos:

944. Tem o homem o direito de dispor da sua vida? 

“Não; só a Deus assiste esse direito. O suicídio voluntário importa numa transgressão desta lei.”

  1. Quando uma pessoa vê diante de si um fim inevitável e horrível, será culpada se abreviar de alguns instantes os seus sofrimentos, apressando voluntariamente sua morte? 

“É sempre culpado aquele que não aguarda o termo que Deus lhe marcou para a existência. E quem poderá estar certo de que, malgrado às aparências, esse termo tenha chegado; de que um socorro inesperado não venha no último momento?” 

953 – a) — Concebe-se que, nas circunstâncias ordinárias, o suicídio seja condenável; mas, estamos figurando o caso em que a morte é inevitável e em que a vida só é encurtada de alguns instantes. 

“É sempre uma falta de resignação e de submissão à vontade do Criador.”

Confira também comentários e reflexões de André Trigueiro sobre o tema:

Fontes: Globo.com | Mundo Conectado | Revista Galileu

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