Como lidar com opiniões contrárias?

Manhã Boa Nova

O Manhã Boa Nova responde a questão: Como lidar com opiniões contrárias? Têm pessoas que se omitem por medo de criar polêmicas, mas é certo isto? Há na literatura espírita algo falando da indignação? Como podemos nos posicionar de maneira educada? E mais: no dia 11 de Novembro, o Voluntariado realiza o 8° Chá Beneficente da Feal – Fundação Espírita André Luiz. Workshop – O Segredo do Autoconhecimento – A chave para sua felicidade. Com comentários de Aluisio Rocha, Katia Pelli e Adriana Morales e apresentação: Guiomar Sant’Anna.

Leitura complementar

Espiritismo, livre-arbítrio e o direito a crítica

O escritor e consultor espírita, Marcus de Mario, escreveu um artigo sobre o que podemos fazer para ser críticos sem interferir no livre-arbítrio das pessoas.

A divulgação do espiritismo é rápida nos meios de comunicação, mas as críticas também aparecem com a mesma velocidade. Para exemplificar, Mario relata a crítica que um ouvinte fez a ele sobre a divulgação da doutrina, numa rádio do Rio de Janeiro.

Desta forma, o ouvinte afirmou que não concordava com os esclarecimentos sobre a vida dados durante o programa. Assim, Mario explicou que o livre arbítrio é respeitado no espiritismo. Além disso, segundo ele, o que ele e sua equipe fazem é apenas divulgar o espiritismo.

Então, devemos divulgar o espiritismo e não impor ele a quem quer que seja. “Divulgação e imposição são coisas bem distintas”, diz o artigo. Além disso, O Livro dos Espíritos complementa a explicação: “Pois que tem a liberdade de pensar, tem a de agir. Sem o livre-arbítrio o homem seria uma máquina.”

Com isso, estaremos cumprindo a regra máxima do espiritismo, que é o de amar aos outros e respeitá-los como Jesus nos ensinou.

Espiritismo: Irmão X em “Cartas e Crônicas”

No mesmo artigo, Mario relembra de uma história contada pelo Irmão X, por meio da psicografia do médium Chico Xavier, no livro “Cartas e Crônicas”. O assunto era sobre como devemos não nos omitir sobre o espiritismo, porém, sem desrespeitar a crença de ninguém.

Nessa história, existem dois grandes amigos, Joaquim Mota (espírita) e Licímo Fonseca, que desencarnou recentemente. Quando Licímo partiu para o plano espiritual, ficou chateado com o Mota, que não o esclareceu sobre o espiritismo.

Mas Mota não fez isso para prejudicá-lo. Apenas respeitava as ideias materialistas do amigo. Com isso, ao se encontrarem no mundo espiritual, Licímo o responsabilizou por seu sofrimento. Dessa forma, foi assim que Mota compreendeu seu papel no plano terreno, que seria o de divulgar o espiritismo. Isso é o nosso dever. Porém, sempre o façamos de forma respeitosa com os nossos semelhantes.

Texto publicado em 3 de maio de 2018. 

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