Assaltos na visão espírita

Jornal Nova Era

Comentários de Deusa Samú e Delmar Franco sobre como podemos entender o aumento dos assaltos pelo aspecto da Doutrina Espírita. Como não se sentir triste no momento político atual do Brasil? Também saberemos o que é ter autoconhecimento na visão espírita, entre outros temas. Apresentação: Vanessa Cavalcanti.

Leitura complementar

Homicídio na visão espírita

Vivemos um período em que a violência se acentua tomando conta quase que integralmente, da mídia televisiva e escrita. São notícias diárias de sequestros, roubos, estupros, homicídios e mortes causadas por acidentes automobilísticos.

A violência é fruto da nossa imperfeição moral, da predominância dos instintos agressivos que a razão ainda não converteu em expressões de amor.

Neste período de transição planetária a violência é praticada por espíritos ainda primário;  que não desenvolveram os sentimentos nobres.

Nesse processo de expurgo evolutivo já não terão mais condições vibratórias de reencarnar no planeta terra. Lembremos, ainda, a assertiva de Jesus: “os mansos herdarão a terra”.

A maioria dos espíritas se pergunta sobre a reencarnação das pessoas que desencarnam vítimas de homicídios. A vítima teria que desencarnar dessa maneira? E o agressor, também teria assumido esse papel de algoz antes de reencarnar?

A resposta é que alguns autores espíritas defendem a ideia de que a morte causada pela violência alheia não fazia parte do contexto reencarnatório. Isso pelo fato de que ninguém reencarna para o mal, portanto o agressor não havia planejado matar alguém.

Razões para a violência

Sabemos que as vítimas que desencarnam em razão da violência alheia estão inseridas, basicamente, em três tipos de situações:

  • Prova: a vítima vivencia uma situação de violência que gera a sua desencarnação, o que lhe trará um teste, um desafio. Este será para que ela exercite as virtudes no sentido de perdoar o agressor. Lembremos que prova pressupõe avaliação, ou seja, colocar em teste as virtudes aprendidas. Caso vença moralmente a situação, podemos dizer que o Espírito alcançou determinada virtude.
  • Expiação: são as situações mais frequentes. A vítima foi a autora de violência em vidas anteriores que lesou alguém e, como não se liberou desse compromisso através do amor, sofre as consequências na atual existência. Expiar é reparar, quitar, harmonizar-se com as leis divinas.
  • Missão: algumas almas nobres morrem de forma violenta, uma vez que seus exemplos de amor e tolerância geram antipatias nos embrutecidos. Menciono como exemplos os casos de Jesus e Gandhi.

Notem que estamos abordando a questão das violências mais graves, que acabam gerando a nossa desencarnação. Pois as violências menores que vivenciamos em nosso cotidiano, tais como calúnias, traições, indiferença e outras, normalmente são circunstâncias naturais. Nm mundo atrasado moralmente como o nosso, eles estimulam o aprendizado espiritual (veja questão nº 859 do Livro dos Espíritos). Jesus já nos orientava: “No mundo só tereis aflições.”

Dessa forma, à luz do espiritismo e da justiça divina (a cada um segundo suas obras), temos a certeza de que a desencarnação violenta fazia parte de sua vida. Aliás, O Livro dos Espíritos, na questão nº 853-a, nos ensina que nós somente morreremos quando chegar a nossa hora, com exceção do suicídio, conforme acima exposto.

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