Acumulador compulsivo é sinal de carência?

Alma Querida

As pessoas que possuem esta síndrome de acúmulo não admitem que têm este transtorno. Acumulador compulsivo é sinal de carência? Elas se apegam ao objeto não porque precisam, mas sim porque tem receio de decidir qual objeto ele terá que descartar, trazendo grande desconforto aos acumuladores. Isso poderia estar relacionado à perdas em outras encarnações? O que fazer para se libertar deste transtorno? Acumular objetos pode ser sinal de carência? Confira agora no Alma Querida!

Parte 1

 

Parte 2

Resiliência: a capacidade de renovar atitudes

Assim como o nosso organismo físico tem a capacidade de rearranjo funcional, chamado de potencial de plasticidade, o nosso comportamento também possui essa capacidade definida por resiliência.

Ela é uma espécie de recurso protetor que o ser humano possui para manter e recuperar o nível de adaptação normal. Isto é, uma plasticidade comportamental que nos permite responder aos diferentes eventos da vida.

É a nossa capacidade de resiliência que garante o equilíbrio entre ganhos e perdas ao longo da vida. Durante todo o curso de vida presenciamos acontecimentos significativos, normativos (esperados) e não normativos (inesperados), que são limitadores e facilitadores (por exemplo, estudar e passar numa prova, conquistar um emprego, casamento, entre outros).

Como usar a resiliência?

Eles ocorrem num momento particular da vida, causando algum impacto e que orientam nossa personalidade. A resiliência refere-se às respostas que damos aos embates da vida, à adversidade, a algum trauma, na presença de ameaças ou riscos. Digamos que é o que chamamos de nossa força interna, a capacidade de resistir aos entraves do cotidiano.

Ela é como se fosse uma ombreira de espuma que nos auxilia a diminuir as dores do peso dos eventos nos nossos ombros. Acredita-se que a resiliência muda nas transações com circunstâncias e desafios específicos.

A resiliência sempre foi muito usada nas pesquisas do desenvolvimento de crianças e adolescentes e mais recentemente no desenvolvimento da vida adulta e dos idosos, focalizando o envelhecimento bem-sucedido. Também é um termo muito utilizado hoje nos livros de auto-ajuda.

A nossa capacidade de resiliência tem a função de nos ajudar a reformar nossos comportamentos. Assim, permitindo renovar as atitudes diante das adversidades. Assim, buscando a vencer cada desafio e aprender com cada lição.

A resiliência permite enriquecer nossa trajetória de vida, conforme nossa compreensão e recursos disponíveis, lançando mão do nosso repertório de estratégias de enfrentamento para o alcance da velhice bem-sucedida. Portanto, a sabedoria, as crenças positivas, a motivação refletem esse efeito de aprendizado constante.

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