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O menino Livre de Miritiba – Repensar

O menino Livre de Miritiba – Repensar


Programas:
Repensar
Data: 21/05/2018
Temas: Programas

O menino livre de Miritiba, obra de Cláudio Bueno da Silva, narra a história de Humberto de Campos quando encarnado. A obra leva ao leitor a conhecer a trajetória desse espírito desde a difícil infância no interior do Maranhão até sua transformação no homem jornalista e militante, onde em seus escritos já marcavam os traços da espiritualidade. Saiba mais sobre a simplicidade e a determinação desse espírito compromissado com Cristo, aqui no Repensar.

Parte 1

Parte 2

Parte 3

Leia também:

Doutrina Espírita: ‘Mundos de expiações e de provas’, por Santo Agostinho

A Doutrina Espírita explica o porque de vivermos num mundo de provas e expiações. Confira!

Um dos mais importantes teólogos do cristianismo, Santo Agostinho, reflete no Evangelho Segundo Espiritismo, sobre o porquê que vivemos num mundo de provas e expiações.

Na sua explanação, ele faz importantes revelações sobre os motivos de vivermos na terra, habitada por seres imperfeitos. Porém, que já realizaram um certo progresso. A princípio, essas falhas são ocasionadas por imperfeições morais.

Agostinho nos esclarece, ainda mais, que nós nascemos num mundo de provas e expiações porque precisamos compensar nossas faltas realizadas nas vidas anteriores.

“Mas os vícios também numerosos aos quais se inclinam são o indício de uma grande imperfeição moral. Desta forma, por isso que Deus os colocou num mundo ingrato, para expiar suas faltas por meio de um trabalho penoso e das misérias da vida, até que se façam merecedores de passar para um mundo mais feliz”.

Nem todos os espíritos se encontram na expiação

 

O Evangelho nos explica que nem todos os encarnados estão vivendo provas e expiações na terra, pois existem diversos tipos de espíritos convivendo conosco. Portanto, são almas de diversas escalas evolutivas e morais.

“Não obstante, não são todos os Espíritos encarnados na Terra que se encontram em expiação.

Assim, as raças que chamais selvagens constituem-se de Espíritos apenas saídos da infância, e que estão, por assim dizer, educando-se e desenvolvendo-se ao contato de Espíritos mais avançados. Pois vem a seguir as raças semicivilizadas, formadas por esses mesmos Espíritos em progresso.

Contudo essas são, de algum modo, as raças indígenas da Terra, que se desenvolveram pouco a pouco, através de longos períodos seculares, conseguindo algumas atingir a perfeição intelectual dos povos mais esclarecidos.

Os Espíritos em expiação aí estão, se assim nos podemos exprimir como estrangeiros.

Já viveram em outros mundos, dos quais foram excluídos por sua obstinação do mal, que os tornava causa de perturbação para os bons.”

Desta forma, Deus, na sua infinita bondade e sabedoria, faz com que todos os povos possam se regenerar.

Somos espíritos caracterizados pela rebeldia à Lei de Deus e vivemos na terra como exilados que lutam contra a perversidade dos homens e da cruel natureza.

Em síntese, Deus nos proporciona a oportunidade de evoluir o espírito mesmo  no castigo.

Fonte: Evangelho Segundo Espiritismo.

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