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Governo Interno – O Despertar da Consciência

Governo Interno – O Despertar da Consciência


Programas:
O Despertar da Consciência
Data: 04/05/2018
Temas: Programas

Governo Interno – O Despertar da Consciência

Somos os únicos responsáveis pelos transtornos de variada ordem, decorrente de nossas imperfeições morais, de nossa ignorância, irresponsabilidade e negligência ante o governo da própria vida.

Parte 1

Parte 2

Parte 3

Parte 4

Saiba também sobre Nise da Silveira lendo:

Nise da Silveira: Um espírito de amor e caridade

Uma das mulheres mais guerreiras e à frente de seu tempo, a alagoana Nise da Silveira nasceu dia 15 de Fevereiro de 1905, na cidade de Maceió. Médica e psiquiatra, Nise se formou na Faculdade de Medicina da Bahia, como a única mulher dentre os 157 alunos.

Devido a  morte prematura de seu pai, a psiquiatra mudou para o Rio de Janeiro. Depois casou-se com o sanitarista Mário Magalhãe. Nise era comunista e frequentava reuniões marxistas, além de possuir em sua biblioteca vários livros com o assunto.

Esse motivo ocasionou sua prisão por 15 meses, durante o governo de Getúlio Vargas. Como presa política, Nise conheceu o escritor Graciliano Ramos que escreveu “Memórias do Cárcere” com relatos da época de prisão com a psiquiatra.

Ao ser libertada, Nise da Silveira passou a trabalhar no Hospital Pedro II (Na época, Centro de Psiquiatria Nacional – Engenho de Dentro). Por não aceitar as técnicas violentas de tratamento utilizadas pela psiquiatria da época, Nise foi destinada a cuidar da Terapia Ocupacional do Hospital.

Até então, os médicos colocavam os pacientes para limpar e costurar. Nise reformou o espaço e introduziu um ateliê de artes com seu estagiário Almir Mavignier. As pinturas eram uma forma de comunicar com o inconsciente e perceber a expressão da sensibilidades dos Clientes (Como a psiquiatra chamava as pessoas internadas). Para contribuir também com o tratamento e a afetividade dos clientes, Nise utilizava cães e gatos, gerando carinho e cuidado.

Como uma grande discípula de Carl Gustav Jung, Nise chegou a se comunicar com o Suíço através de cartas. Ela também mandou fotos das pinturas de mandalas de seus clientes para que pudessem entender mais acerca do inconsciente.

Nise foi responsável por exposições em Congressos Internacionais de Psiquiatria na década de 1950. Foi fundado também o Museu de Imagem do Inconsciente (Hoje, Instituto Municipal Nise da Silveira e Sede do Museu)  e a Casa das Palmeiras.

“Há 10 mil modos de pertencer à vida e de lutar por sua época”

Nise da Silveira

Uma mulher guerreira demonstrou estar além de seu tempo com exemplos de fé na humanidade, amor ao próximo e práticas de caridade que fizeram de seu nome um pedaço da história do Brasil. Nise retornou à pátria espiritual no ano de 1999, no Rio de Janeiro.

Por meio da médium psicografa, Iraci Campos Noronha, o espírito de Nise da Silveira   escreveu o Livro Reconstruindo Emoções, mandado para os encarnados como mais um de seus conhecimentos que sempre ajudaram o próximo.

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