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Qual a visão espírita sobre a honestidade?

Enviado em 11 de agosto de 2017 | Publicado por TV Mundo Maior

“Honesto aos olhos de Deus será aquele que, possuído de abnegação e amor, consagre a existência ao bem…”

A honestidade é um bem que exteriorizamos dentro da sociedade com base nas morais que temos no nosso inconsciente. Ser honesto é se preocupar com o próximo e com o coletivo de maneira geral.

Esta semana pudemos acompanhar no noticiário o caso do jovem de Santa Catarina que  nos deu uma lição de o que é honestidade e a ética. Ele estava estacionando o seu carro quando bateu em um veículo de luxo, Mateus teria procurado o dono e não o encontrou deixando assim um bilhete explicando a situação, pedindo desculpas e deixando o seu contato para pagar o prejuízo.

No livro O Céu e o Inferno, de Allan Kardec, podemos conferir o relato do espírito Joseph Bré que conta um pouco sobre a honestidade e nos permite distinguir a honestidade perante os homens e a honestidade perante Deus. Ele nos explica que as leis humanas são arbitrárias e nem sempre há punição em seu descomprimento, como podemos ver neste trecho: “Honesto é aquele que não prejudica o próximo ostensivamente, embora lhe arranque muitas vezes a felicidade e a honra, visto o código penal e a opinião pública não atingirem o culpado hipócrita.”  Joseph bré ressalta que isso não basta seguir as leis dos homens, que é falha e pode esconder os nossos defeitos, sem seguir as leis de Deus.  

Não basta, para ser honesto perante Deus, ter respeitado as leis dos homens; é preciso antes de tudo não haver transgredido as leis divinas”.  

Seguir a moralidade e as leis de Deus implica na preocupação coletiva, o progresso do semelhante sem jamais querer prejudicar o próximo, podendo ensinar o amor e os valores em atos de bem com trabalho de caridade.

A honestidade também está nas palavras. Levar a caridade através delas, nunca as usando para difamar ou  dissipar discórdia e violência. As palavras faladas e escritas devem ser usadas para disseminar o carinho procurando melhorar o dia do próximo.

“O homem honesto, segundo Deus, deve ter sempre cerrado o coração a quaisquer germes de orgulho, de inveja, de ambição; deve ser paciente e benévolo para com aqueles que o agredirem; deve perdoar do fundo d’alma, sem esforços e sobretudo sem ostentação, a quem quer que o ofenda; deve, enfim, praticar o preceito conciso e grandioso que se resume ‘no amor de Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo’”.

 

(Fontes: oconsolador; G1 e Imagem retirado do Facebook Permita-se.)

 

Para saber mais sobre o assunto, assista:

Você se considera honesto? – Oficina da Mente

 

 

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