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A morte e sua contribuição para a vida

Enviado em 11 de outubro de 2017 | Publicado por TV Mundo Maior

A morte, temida por todos, segundo o espiritismo pode não ser este horror que nos assombra os pensamentos e nos deixa apreensivos com relação ao que encontraremos depois.

Desde os primórdios, a morte sempre foi uma indefinição para nossas vidas, se não contássemos com o advento do espiritismo, esta Doutrina gloriosa e colaboradora para suas explicações.

O espírito é eterno, o corpo não. Com o advento da morte, que com o espiritismo podemos chamar a morte simplesmente de desencarne ou de passagem, temos todas as explicações necessárias para entendermos que não há morte, só há vida. Porém não havendo morte não temos mais do que se preocupar, certo? Errado, quem pensa assim, pois sendo a vida eterna, aí que tudo começa, pois é através da morte que retornamos à pátria verdadeira, para o mundo dos espíritos.

Nossa vivência na terra pode ser considerada como uma viagem. A volta ao mundo dos espíritos como um retorno à pátria verdadeira. Evoluímos nos dois lados, mas a terra pode ser considerada um celeiro de Benção para nossa elevação espiritual. É aqui que temos a chance de reparar o que fizemos de errado no passado (expiação) e ainda de testar a quanto ainda estamos com relação ao caminho que já percorremos (prova), razão pela qual a terra é considerada um planeta de provas e expiações.

A morte é dolorosa?

Depende de cada indivíduo, depende do seu estágio e de sua posição na escala evolutiva do Ser. Para os espíritos mais evoluídos, que já estão menos apegados à matéria, a morte pode ser considerada uma libertação da Alma de seu corpo que a aprisiona, porém para os espíritos ainda muito apegados a matéria, pode ser muito dolorosa.

Estaremos sozinhos em nosso desencarne?

Quando viemos à terra, somos recebidos pelos nossos parentes próximos, o mesmo acontece na hora do nosso desencarne. André Luiz em seu livro Obreiros da Vida Eterna nos mostra que todos somos recebidos no plano espiritual por equipes responsáveis por nosso desencarne e nossa chegada. São tarefeiros do Bem que incansavelmente e sem discriminação estão ali para nos amparar independentemente de nosso estágio evolutivo, se fomos bons ou maus em nossa encarnação. Também podemos ser recebidos, na maioria das vezes por nossos parentes já desencarnados, com vista a dar continuidade em nossa família espiritual.

Dependendo de nossas mazelas, esse contato pode ser mais ou menos estreito, pois a todos é dado suas escolhas, respeitando sempre as Leis Naturais e o Livre Arbítrio (comando da vida que Deus colocou em nossas mãos)

A vida é uma Criação Divina, por isso devemos valorizá-la e respeitá-la. Onde quer que estejamos (encarnados ou desencarnados) somos Vida, e é a isso que devemos nos ater. Não importa de que lado estamos naquele momento, importa que somos eternos e que devemos nos esforçar o máximo para nos libertar de nossas mazelas e picuinhas, entraves estes para nosso progresso. O apego à matéria ainda nos é muito forte, porque ainda necessitamos deste contato e de nosso corpo material como ferramenta de progresso. O caminho é longo, nossas imperfeições gigantescas, mas aos poucos vamos nos libertando, nada por “decreto”, nada por imposições e sim por mérito nosso mesmo.

*Este texto é de responsabilidade de seu autor. Não representa necessariamente a opinião da TV Mundo Maior.

Texto Escrito por: Arcangelo Vicente

Vice-Presidente do Grupo Espírita Dr. Bezerra de Menezes – GEBEM

 

 

 

 

Para saber mais sobre o assunto, assista:

Superando o medo da morte – Oficina da Mente

Parte 1

Parte 2

Parte 3

Parte 4

 

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