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Geração mimimi e o espiritismo

Espiritismo e a geração mimimi – saiba mais

Enviado em 13 de abril de 2018 | Publicado por TV Mundo Maior

Geração mimimi e o Espiritismo

Eles também são conhecidos como “geração eu”, palavra originada da expressão americana “me me me”, que significa “eu eu eu”.

Muitos os consideram exigentes e atentos a tudo, assumindo uma sensação de privilégio e direito, uma geração de mimados. 

Em síntese,essas pessoas possuem ideias exageradamente corretas, o que é uma incoerência não concordam?

Afinal, estamos num mundo de provas e expiações.

O Evangelho Segundo Espiritismo nos explica que a felicidade não é deste mundo. Muitos pais destas crianças e jovens reclamam dos desafios advindos desta geração. Entre os problemas mais relatados dos pais, estão a resistência em aprender o Evangelho.

 

Erros mais comuns na educação dos jovens, segundo a psicóloga Ercília Zilli

Superproteção: A superproteção está entre os erros mais frequentes. A mensagem que os pais dão ao realizar essa ação é: vocês não são capazes de resolver este assunto. Esta pessoa será um adulto que sempre se fará de vítima. 

Valorização exacerbada: Quando os pais valorizam demais as ações da criança, eles se tornarão adultos narcisistas que não aceitam questionamentos das suas capacidades. Este jovem não aceitará sofrer frustrações.  

Não respeitar a privacidade do filho: Pais que gostam de saber tudo que os filhos fazem, acabam tornando o mesmo uma pessoa insegura. O espírito precisa de liberdade e espaço interior.

 

Como salvar esta geração com o espiritismo?

Quando você tem muitas energias negativas no seu campo espiritual elas se refletem no ser através de doenças como ansiedade e depressão, entre outras.

Portanto, o desafio dos pais é preparar esses jovens. Finalizamos este artigo com o seguinte trecho do O Evangelho Segundo Espiritismo, direcionado aos pais e filhos:

“Os espíritos cuja similitude de gostos, identidade de progresso moral e de afeição, levam a reunir-se, formam famílias. Esses mesmos Espíritos, nas suas migrações terrenas, buscam-se para agrupar-se, como faziam no espaço, dando origem às famílias unidas e homogêneas. E se, nas suas peregrinações, ficam momentaneamente separados, mais tarde se reencontram, felizes por seus novos progressos. Mas como não devem trabalhar somente para si mesmos, Deus permite que Espíritos menos adiantados venham encarnar-se entre eles, a fim de haurirem conselhos e bons exemplos, no interesse do seu próprio progresso. Eles causam, por vezes, perturbações no meio, mas é lá que está a prova, lá que se encontra a tarefa. Recebei-os, pois, como irmãos; ajudai-os e, mais tarde, no mundo dos Espíritos, a família se felicitará por haver salvo do naufrágio os que, por sua vez, poderão salvar outros.”

Fontes: TV Mundo Maior, Novos Rumos e O Evangelho Segundo Espiritismo.  

Para saber mais, assista:

 

 

 



 

 

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