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Evangelho e Reforma Íntima

Doutrina espírita: escolhemos nossa família antes de reencarnar?

Enviado em 18 de Maio de 2018 | Publicado por Leticia Lopes

Muitas pessoas perguntam se podemos escolher a nossa família, o que a Doutrina espírita tem a dizer sobre isso? 

A princípio, os conflitos familiares podem ocorrer por diferentes motivos: ego, orgulho ferido, diferentes opiniões, ciúmes, etc. Essas brigas se estendem e, nessas situações, é comum ouvirmos a frase “eu não pedi para nascer”. 

Porém, o espiritismo argumenta que todos os acontecimentos contribuem para o nosso crescimento espiritual. Ainda mais, a possibilidade da escolha dos pais com os quais o espírito vai reencarnar ocorre justamente para os envolvidos ativarem suas reminiscências passadas.

Durante esse processo reencarnatório, passamos por desafios nos quais aprenderemos a lidar com as dificuldades das últimas encarnações. Justamente, quem tem um espírito mais evoluído, poderá fazer escolhas sobre quem irá reencarnar conosco. Essa conversa ocorre no plano espiritual entre os envolvidos.

Logo, a doutrina ensina que sempre existe uma razão racional para alguém ter nascido numa certa família. Se você tem alguma dúvida, saiba que você não veio na família errada. Ela é o seu desafio constante. 

Não consigo aceitar a minha família, o que faço?

A família é o nosso primeiro convívio social. Portanto, é com ela que aprendemos a lidar com nossos sentimentos e das demais pessoas. Com os pais, irmãos e os demais participantes da casa, saberemos viver com os nossos semelhantes.

Deus, na sua infinita misericórdia, nos dá a chance de nos melhorarmos e aceitarmos aqueles que nos fizeram algum mal. Se você não tem afinidade com alguém do seu meio familiar, é exatamente com essa pessoa que o seu esforço deve ser mais persistente. Muitas vezes, o divino permite os sofrimentos para que aprendamos com eles.

Desta forma, quando as dificuldades estão muito altas, temos a tendência em pensar que as outras pessoas estão erradas. Mas esse não é o caminho. Com isso, devemos entender qual é a nossa responsabilidade nos conflitos. Podemos apenas saber o que sentimos, portanto, não mudamos ninguém, as necessidades do outro estão fora do nosso alcance.

 

Assim, concluímos que a reforma íntima – melhorar-se com base em si mesmo – é o caminho mais salutar para mudar a você mesmo e a relação com o outro. Em síntese, quando nos melhorarmos, as relações ficam mais leves e saudáveis, principalmente com a família. Não importa se você escolheu ou não sua família no plano espiritual. Sempre é tempo de mudar a nós mesmos para assim construirmos a família que quisermos ter.

Paz e luz a todos!

 

Fonte: TV Mundo Maior – Sem dúvida.

 

Doutrina espírita: Conversando com Divaldo Franco sobre as relações familiares

 

 

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