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Editorial

Pena de Morte: por que o espiritismo é contra?

Enviado em 13 de setembro de 2017 | Publicado por TV Mundo Maior

 

A finalidade da reencarnação é o melhoramento e o progresso de cada espírito, para que possa haver a perfeita justiça. Com estudo e pesquisa do espiritismo você pode conhecer a pluralidade das existências: não se vive uma só vez. Então, não se preocupe se falhar, pois temos muitas vidas para reparar falhas e aprender.

A morte de um ser humano por outro ser humano é vingança; isto é falta de amor, crueldade e imperfeição moral. A vida do ser humano, para o verdadeiro cristão, pertence a Deus; tirá-la é interromper a missão do espírito, como bem esclarece a questão 746 de O Livro dos espíritos”, “pois aquele que tira a vida de um semelhante, interrompe uma vida de expiação ou de missão”.

Em resposta à questão 760 da obra acima citada, o plano espiritual responde: “A pena de morte desaparecerá um dia da legislação humana, e sua supressão assinalará um progresso da humanidade. Quando os homens forem mais esclarecidos, a pena de morte será completamente abolida da Terra”.

Podemos concluir com essas palavras que a pena de morte não está de acordo com as leis divinas, e como sabemos, as leis dos homens vão de acordo com as de Deus. Quando conhecemos alguém que comete injustiças com o próximo e só faz atrocidades com o ser humano, logo nos vem a cabeça que ele não merece estar encarnado.

Se Deus lhe permitiu estar conosco no mesmo planeta, algum motivo tem. O Criador, com a sua infinita bondade, dá a oportunidade das pessoas cometerem erros, e até mesmo passar por cima de suas leis divinas, por conta da lei do livre arbítrio.

Concluímos que a pena de morte, mesmo que não seja o legislador que criou a lei, o juiz que estabeleceu a condenação ou o agente ou servidor do executivo (algoz, que dá o golpe final) também é responsável perante a Lei de Deus e da Lei Natural.

Temos muitas vidas para melhorar a nossa existência. Aprendamos o ensinamento de Jesus: “Não faça ou deseje ao semelhante aquilo que não quer para si”, base da Lei Divina de Justiça, Amor e Caridade.

E pensar que ainda há países em que, por força da religião, permite-se a pena de morte em nome de Deus, esquecendo-se o sentimento de amor  fraternal! Na questão 765, de “O Livro dos Espíritos”, o  mensageiro espiritual, diz que “pensar na pena de morte imposta em nome de Deus equivale a tomar o lugar de Deus na prática da justiça…É um crime aplicar a pena de morte em nome de Deus, e os que os fazem são responsáveis por esses assassinatos”.

(Fonte: Ceismael)

Para saber mais sobre o assunto, assista:

Prossiga – Pena de morte

 

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