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Editorial

‘A melhor hora da morte’ segundo o espiritismo

Enviado em 11 de setembro de 2017 | Publicado por TV Mundo Maior

Poucas pessoas falam sobre a morte. Nossa cultura ocidental, muitas vezes, vê esse assunto como um tabu. Porém, o espiritismo mostra a reencarnação como a justificativa para todas as injustiças do mundo e, portanto, não devemos ter medo da passagem ao mundo espiritual e, nem de falar sobre ela. O assunto de hoje será sobre a melhor hora da morte. Ou seja, qual é o momento certo de partir para desencarnar? Como lidar com esse assunto com naturalidade?

No caso de doença, o processo de desligamento ocorre mais lentamente. Por vezes, acontece de equipes socorristas iniciarem o processo de desligamento, mas os parentes estão junto ao doente e vibram para que este fique bom, o que dificulta muito o seu processo de partida. Para resolver esta situação, os socorristas espirituais fazem com que o doente tenha uma repentina melhora. Desta forma, os familiares ficam aliviados e afastam-se, continuando as suas tarefas diárias. Neste momento, os socorristas podem retomar o processo de desligamento e o doente vem a falecer em pouco tempo.

Curiosamente, ninguém pensa no doente. Mesmo os que aceitam a vida além-túmulo multiplicam-se em vigílias e orações, recusando admitir a separação. Esse comportamento ultrapassa os limites da afetividade, desembocando no velho egoísmo humano, algo parecido com o presidiário que se recusa a aceitar a idéia de que seu companheiro de prisão vai ser libertado.

Quando os familiares não aceitam a perspectiva da separação, formando a indesejável teia vibratória, os técnicos da espiritualidade promovem, com recursos magnéticos, uma recuperação artificial do paciente que, “mais prá lá do que prá cá”, surpreendentemente começa a melhorar, recobrando a lucidez.

Geralmente tal providência é desenvolvida na madrugada. Exaustos, mas aliviados, as pessoas vão repousar, proclamando: “Graças a Deus! O Senhor ouviu nossas preces!” Aproveitando a trégua na vigília de retenção os benfeitores espirituais aceleram o processo desencarnatório e iniciam o desligamento.

A mágoa, em gestos de inconformação e desespero, gera fios fluídicos que viram uma espécie de teia de retenção, a promover a sustentação artificial da vida física. Criando uma barreira para a pessoa que está doente possa desencarnar. Mas se chegou o momento dela partir, não podemos evitar e muito menos criar um bloqueio impedindo a espiritualidade de cumprir o seu trabalho. Além disso, o nosso corpo vem com a energia vital necessária para o tempo encarnado que iremos ficar no plano material, se chegou a nossa data de partida é que essas energias já se esgotaram, e devemos voltar para o nosso verdadeiro lar.

(Fonte: mensagem espírita)

Para saber mais sobre outro assunto relacionado ao tema, assista:

O que vem depois da morte? – Mundo Maior Repórter

Parte 1

Parte 2

Parte 3

Parte 4

 

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